terça-feira, 2 de setembro de 2008

Liberte-me

Eu olhei para você
E senti que não mais caminharia sozinha
Mas você se perdeu
(ou fugiu de mim?)
Procurei em vão
Agora estou presa
nesta trilha de dor
Não conheço a saída
não tenho a chave
Está frio, mas meu corpo queima
Está escuro, mas vejo claramente
Sinto teu calor
Vejo teu rosto
Lembranças apenas
Um sofrimento contido que envenena
A morte que me liberta

4 comentários:

Caio Neves disse...

O relato de uma garota triste e carente cheia de antíteses. Quase uma emo.

Epiphanie disse...

escreva mais
está linkada
bjos

gustavomarques disse...

nossa terapia! muito bom! vou linkar para o meu blog. beijos, se cuida e continue escrevendo.

Diego Siqueira disse...

Seus textos são muito interessantes! Parabéns! :)